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18d
last seen 1d ago
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1
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Taboola
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Conflito no Oriente Médio eleva custos e pressiona mercado de combustíveis
Estúdio Folha@est
Entenda como a instabilidade global afeta a distribuição, cerca de 5 do preço final dos combustíveis. Leia a análise completa agora
Top 25% longevity in network
Seen in
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Single-geo testa single marketPredominantly Tier 2, concentrated in LATAM — Brazil.
What the data shows
Estúdio Folha's Taboola creative has been running for 18 days across 1 country and first seen on May 22, 2026 and last seen on June 9, 2026. It has been observed in Brazil. The ad lands on estudio.folha.uol.com.br. On our 30-day observation series the creative has run in intermittent bursts over the last 30 days. Estúdio Folha is running 8 other creatives we have indexed, linked below for side-by-side comparison.
Creative headline: Conflito no Oriente Médio eleva custos e pressiona mercado de combustíveis. Indexed on Taboola by mediabuyer.
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Final host: estudio.folha.uol.com.br. Hop-by-hop capture runs as a separate pipeline; ads observed in recent ingests get crawled first.
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Taboola passes site, site_id, campaign_id, campaign_item_id and click-id by default. Map those to your tracker's source/sub1-4 fields. Use {click_id} as your unique click identifier when posting back conversions.
?site={site}&site_id={site_id}&campaign_id={campaign_id}&campaign_item_id={campaign_item_id}&click-id={click_id}Default Taboola setup template: ?site={site}&site_id={site_id}&campaign_id={campaign_id}&campaign_item_id={campaign_item_id}&click-id={click_id}
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Conflito no Oriente Médio eleva custos e pressiona mercado de combustíveis - 18/05/2026 - Vibra - Estúdio Folha Copiar link Conflito no Oriente Médio eleva custos e pressiona mercado de combustíveis Distribuição representa cerca de 5% do preço final e também sofre impactos da crise global Copiar link 18.mai.2026 às 16h01 Ouvir o texto Diminuir fonte Aumentar fonte Num cenário de instabilidade global provocado pelos conflitos no Oriente Médio, o mercado de combustíveis enfrenta um momento crítico. A crise em uma região estratégica para o setor aumenta a volatilidade do preço do petróleo e afeta uma engrenagem complexa da economia global, impactando os valores cobrados desde o barril na origem até a bomba nos postos de gasolina. No Brasil, os efeitos dessa instabilidade são ampliados pela dimensão continental do país, o que aumenta o desafio das distribuidoras para manter os estoques abastecidos. Conflito no Oriente Médio eleva custos e pressiona mercado de combustíveis - phive2015/Getty Images/iStockphoto Mesmo sendo produtor, o país sente os impactos da crise global principalmente porque o petróleo é uma commodity negociada em preços internacionais e porque cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado. A Petrobras responde por aproximadamente 70% da demanda interna por combustíveis, enquanto os outros 30% ficam a cargo das distribuidoras. Na composição do preço pago pelo consumidor nos postos entram diversos custos pressionados pela variação do barril de petróleo e pelos entraves logísticos no transporte da mercadoria. O petróleo — incluindo produção, refino e importação — responde por cerca de 55% do preço final. Os impostos federais e estaduais, como PIS/Cofins e ICMS, representam aproximadamente 17%. A mistura obrigatória de biocombustíveis ao diesel fóssil é responsável por cerca de 13% do valor cobrado. A distribuição representa cerca de 5% desse total. Já a revenda gira em torno de 10% do custo final. Os postos de combustíveis têm liberdade para definir os preços cobrados na bomba de acordo com seus custos operacionais, margem de lucro e concorrência local. As distribuidoras, por lei, são proibidas de determinar esse valor. O governo pretende reduzir os impostos federais incidentes sobre gasolina, etanol, diesel e biodiesel para tentar aliviar o preço final ao consumidor, mas os valores devem continuar elevados. "O Brasil importa petróleo, gasolina e diesel, que são negociados em dólar no mercado internacional. Mesmo com a queda recente do dólar, isso ainda não foi suficiente para compensar a alta do petróleo em relação aos preços anteriores à guerra", afirma Mauro Rochlin, professor de MBAs da FGV. Logística mais complexa O conflito no Oriente Médio levou à interrupção do fluxo normal de navios pelo Estreito de Hormuz, passagem marítima no sul do Irã que conecta os golfos Pérsico e de Omã e representa a segunda maior rota global de petróleo em volume transportado. Pela região passam cerca de 20 milhões de barris por dia, o equivalente a 20% do petróleo bruto global. Desse total, aproximadamente 84% seguem para o mercado asiático, especialmente China, Índia e Coreia do Sul. Os últimos embarques relevantes realizados na região ocorreram no fim de fevereiro, e toda a logística de transporte do petróleo se tornou mais complexa e onerosa. Como o tempo médio de trânsito até os destinos finais é de aproximadamente 45 dias, os maiores impactos da guerra começam a ser sentidos agora pelos mercados. Com menos petróleo circulando na cadeia logística, o preço do barril e de seus derivados vem seguindo trajetória de alta nos últimos meses. "O preço do petróleo é definido no mercado internacional. A Bolsa de Chicago é um dos principais centros globais de negociação de commodities, e os valores dependem da relação entre oferta e demanda. Com o fechamento do Estreito de Hormuz, a oferta caiu significativamente", explica Rochlin. O professor ressalta ainda que, sem perspectiva sobre a duração da tensão na região, as petroleiras podem ser obrigadas a buscar novas rotas para escoar a produção, o que encarece toda a cadeia e pressiona ainda mais os preços. No Brasil, as distribuidoras são responsáveis por fazer o combustível chegar das refinarias a cerca de 45 mil postos espalhados por mais de 5.500 cidades. Por essas rotas são movimentados, todos os anos, cerca de 137 bilhões de litros de diesel, gasolina e etanol em território nacional. Em meio à crise, as distribuidoras também assumem o risco de comprar combustíveis importados por preços mais altos para evitar desabastecimento nos postos. Além disso, precisam lidar com atrasos logísticos provocados pelos efeitos do conflito no Oriente Médio, custos de proteção financeira e elevada carga tributária. As empresas convivem ainda com a oscilação constante e imprevisível dos preços do petróleo e do dólar. A incerteza no transporte também pesa: um navio pode levar cerca de 40 dias para chegar ao destino final. Para proteger os investimentos contra oscilações bruscas do mercado que possam comprometer a operação durante o trajeto, muitas distribuidoras recorrem ao hedge. O hedge funciona como uma espécie de seguro financeiro contratado junto a bancos para proteger ativos contra grandes variações do mercado — operação que envolve custos elevados. No caso do petróleo, são contratos bilionários destinados a garantir a viabilidade das operações mesmo diante de fortes oscilações do dólar em períodos de instabilidade global. Sem perspectiva clara para o fim do conflito no Oriente Médio, toda a cadeia de produção e distribuição de petróleo e combustíveis deve continuar sujeita a instabilidades e oscilações. E o reflexo disso tende a ser sentido diretamente pelo consumidor, com preços mais altos nos postos de combustíveis. *conteúdo patrocinado produzido pelo Estúdio Folha Copiar link Endereço da página https://estudio.folha.uol.com.br/vibra/2026/05/conflito-no-oriente-medio-eleva-custos-e-pressiona-mercado-de-combustiveis.shtml Últimas Vibra Compartilhar matéria Atuação das distribuidoras garante abastecimento em meio à crise global Vibra Compartilhar matéria Conflito no Oriente Médio eleva custos e pressiona mercado de combustíveis Vibra Compartilhar matéria Podcast discute a importância do agronegócio para o país Vibra Compartilhar matéria Podcast discute o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes Estúdio Folha Topo Copyright Folha de S.Paulo. Todos os direitos reservados. 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Observed daily (last 30 days)
Apr 25 → May 24·peaks May 23
30-day run pattern
PulsedIntermittent runs with quiet stretches — likely paused for budget cycles or rotation against fresher creatives.
- Coverage
- 7% of 30d
- Peak surge
- 1× vs median
- Last 7d
- 23
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Peak day:
Window: Apr 25 → May 24
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